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Uma semana de férias e decidimos conhecer melhor Curitiba, essa viagem já faz alguns meses e já deixa saudades… foram dias perfeitos, de descanso, aventura e paisagens novas aos montes!

Sempre passamos por Curitiba direto para o litoral e lá fomos nós pesquisando bastante na internet, os parques e maiores atrativos, traçando mais ou menos o roteiro que iamos fazer nestes 7 dias… já iamos nos animando ali mesmo nos preparativos!

Se bem que fujir do roteiro também faz parte da diversão né!

No caminho para a capital do nosso Estado aproveitamos e paramos no Parque Estadual de Vila Velha em Ponta Grossa, só viamos pela estrada e nunca tivemos tempo de entrar ver as antes:

O Parque oferece duas opções de roteiro, que poderão ser feitos no mesmo dia. Optamos por começar pelas 3 Furnas e a Lagoa Dourada.

Alguns chamam as Furnas de “Caldeirões do Inferno” devido a sua profundidade (aprox. 100 m. verticais), de paredes de arenito, apresentando grande volume de água em seu interior. São verdadeiras crateras areníticas circulares formadas por desabamentos, e têm sua origem na estrutura falhada e fraturada do arenito.

A Lagoa Dourada tem este nome por conta do reflexo do sol que a “tinge” de dourado em determinado horário do dia.Tem um perímetro de 690 metros e dá pra ver lindos pei

xes como traíra, turbarana e bagre, tamanha a transparencia da água. O parque utiliza a área para reprodução. A Lagoa Dourada tem a mesma origem das Furnas e há uma ligação subterrânea entre elas.

Era antes do almoço, por isso não deu pra ver o sol refletido a tarde, mas achei essa foto que mostra bem como fica linda ao entardecer (http://www.tibagi.uepg.br/IIIEPUEPG/turismo/parque.htm)

A segunda parte do passeio é onde fazemos uma caminhada ao redor dos arenitos. A guia foi explicando como eles se formaram… È impressionante: “Há 400 milhões de anos a região foi coberta por um oceano e durante os 200 milhões de anos seguintes passou por grandes alterações com explosões vulcânicas formando montanhas. Vieram as glaciações e tudo foi coberto por um imenso mar de gelo. Passados outros tantos milhões de anos as geleiras começaram a derreter arrastando pedaços de rochas e os depósitos de areia deixados pelo extinto oceano. O trabalho dos ventos e da chuva continuam então a esculpir essa fascinante relíquia da natureza”.

Ao observar as formações que sugerem as mais variadas figuras como: camelo, garrafas, (que formam as taças) rostos, mas o melhor é deixar fluir a imaginação!

De volta a estrada, estávamos quase chegando a Curita! Pegamos os mapas pra achar o Hotel…rss dois perdidos do interior na cidade grande! Kkk doidos por um banho gostoso e uma cama quentinha. Ainda bem, o hotel tinha um chuveiro a gás maravilhoso, toalhas felpudas e cama não deixava a desejar…Pedimos o jantar no quarto… hummmm! Bom vamos aos passeios:

2º Dia fomos na Estação Rodoferroviária ver os horários do Trem que desce a Serra do mar até Paranaguá.

A Ferrovia Paranagua – Curitiba é obra simbolo da emgenharia nacional, pela beleza de seu traçado e pelos desafios transpostos para sua execução. Hoje a empresa Serra Verde Express administra o passeio de trem através da Mata Atlântica. Ela possui uma linha turistica com serviço de bordo e guia poliglota, explicando toda a história da construção da Ferrovia.

Ela contou que “ O início da construção se deu em Fevereiro de 1.880 e depois de cinco anos de construção, o projeto visto como impraticável por engenheiros europeus, foi finalmente finalizado.

Porém, dos nove mil homens que participaram da empreitada, aproximadamente cinco mil vieram a falecer devido a todas as dificuldades adaptativas

O trem desce cerca de 70 quilometros de serra e as paisagens são exuberantes, podemos ver a preservação ambiental, conhecer a cultura e o patrimônio histórico desse lugar mágico!

Logo no inicio da serra passamos entre túneis, sendo o primeiro, o mais imponente e grandioso. O Roça Nova é um dos 13 túneis e está localizado no ponto mais elevado do trajeto, a cerca de 900m

Cachoeira Véu da Noiva:

 

O próximo destino é a Casa Ipiranga, que hospedou figuras ilustres da nossa história como o imperador dom Pedro II e o famoso pintor paranaense Alfredo Andersen

No passeio vimos a encantadora Cachoeira Véu da Noiva que impressiona pelo grande volume de água que sai da rocha e pelo barulho eito pela queda d´água. A emoção está presente em cada ponte, túnel e paisagem que compõe a Serra Verde.

Chegando à Estação de Marumbi, o trem faz uma parada para os passageiros tirarem fotos do Parque Nacional do Pico do Marumbi, cuja a maior atração é o Pico do Marumbi que se destaca pela altura com 1.539 metros e pelo conjunto de montanhas. Este ponto é bastante utilizado para a prática de montanhismo e de outros esportes radicais. Queremos voltar para acampar e escalar o Pico. Infelizmente ainda não foi desta vez, porque é bom ser numa galera animada.

Como o trem só circula aos domingos até Paranaguá, é na Estação Morretes que o turista vai fazer a parada oficial e obrigatória. A cidade de Morretes possui uma das mais belas paisagens do Sul do país e tem como marco central o Rio Nhundiaquara, que corta a cidade.

Tem ótimos restaurantes que servem a comida típica e mais tradicional de Morretes, chamado Barreado!

Informações:

Serra Verde Express, pelo telefone (41) 3323.4007, pelo e-mail: [email protected] ou pelo site www.serraverdeexpress.com.br.

www.mochilabrasil.com.br,

fazendo uma única viagem, você pode facilmente conhecer Curitiba e fazer o passeio de trem. Se tiver mais tempo acrescente a maravilhosa Ilha do Mel no roteiro… vou fazer post dela outro dia!!

bjinhus*

Sobre o autor

Marcia Cunha

Contadora por formação e arteira de coração. Márcia Cunha nasceu no Paraná, começou no mundo da Blogosfera como um hobby e decidiu compartilhar suas ideias, projetos que inventa para decorar sua casa e suas receitas que testa nos finais de semana para os amigos.

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